peperonity Mobile Community
Welcome, guest. You are not logged in.
Log in or join for free!
 
New to peperonity.com?
Your username allows you to login later. Please choose a name with 3-20 alphabetic characters or digits (no special characters).

IMPORTANT: Choose your name WISELY as you cannot change it later on! This is due to the fact that we will submit your pages to major search engines so that they can be found properly. 
Please enter your own and correct e-mail address and be sure to spell it correctly. The e-mail adress will not be shown to any other user. 
This password protects your account. To avoid typos it must be entered twice. Please enter 5-20 alphabetic characters or digits (no special characters). Choose a password that is not easy to guess! Never disclose your password to anyone. 
This password protects your account. To avoid typos it must be entered twice. Please enter 5-20 alphabetic characters or digits (no special characters). Choose a password that is not easy to guess! Never disclose your password to anyone. 
Stay logged in
Enter your username and password to log in. Forgot login details?

Username 
CAUTION: Do not disclose your password to anybody! Only enter it at the official login of peperonity.com. We will never ask for your password in a message! 
Login
Stay logged in

Share photos, videos & audio files
Create your own WAP site for free
Get a blog
Invite your friends and meet people from all over the world
All this from your mobile phone!
For free!
Get started!

You can easily invite all your friends to peperonity.com. When you log in or register with us, you can tell your friends about exciting content on peperonity.com! The messaging costs are on us.
Meet our team member Marzus and learn how to create your own mobile site!

:: Deuses Maias :: ))o(( - filhosdalua



:: Deuses Maias :: ))o((
apocalypto - :: Deuses Maias ::  ))o((

Mundo MAIA


A civilização dos Maias se desenvolveram lentamente ao longo do primeiro milênio a.C., e alcançou seu auge no século III d.C. Sua cultura era baseada em um governo dinástico de cidades estados, com escritura fonética e um completo calendário com várias formas distintas de contar o tempo.




Península Yucatán


Até o ano de 900 d.C.; a cidade maia mais importante estava em Chichén Itzá, ao norte de Yucatán, porém essa, como outras cidades anteriores, se deterioraram gradualmente. Quando os espanhóis chegaram, os maias de Yucatán e as terras altas da Guatemala haviam passado de ser um Grande Império unido a uma coleção de povos menores.





vista Chichén Itzá



GENERALIDADES SOBRE O PANTEÃO

Os maias acreditavam que a terra era plana com quatro cantos, correspondendo aos quatro pontos cardeais e cada uma dessas direções tinha uma cor: leste – vermelho; norte-branco; oeste-negro; sul-amarelo. Para o centro, foi eleita a cor verde. Para sustentar o céu, segundo a mitologia maia, em cada canto havia um jaguar, de cor diferente para cada ângulo. Na selva onde se desenvolveu a cultura maia, o jaguar era um animal importante e se chamava "bacabs".



Dividindo o universo em treze níveis, os maias acreditavam que em cada um desses níveis havia um Deus, todos sendo então, divindades celestes. Havia ainda, sete divindades terrestres e nove para o mundo subterrâneo.

Entre as divindades celestes, o Sol (Kinich Ahau, Deus Solar) e a Lua (Ixchel, Deusa Lunar) detinham um lugar preponderante; todo o ciclo de lendas se relacionava com eles.



As artes da música, da cerâmica e da caça se colocavam sob a proteção do Sol, enquanto a gravidez, o parto, as colheitas e a tecelagem eram da alçada da Lua.

Kinich Ahaua, "Rosto do Sol", amante ou marido de Ixchel, se associava e às vezes até se confundia com Itzamna, o Céu propriamente dito, o que "fulgura", pois talvez não passasse da manifestação diurna de Itzamna, por oposição a sua imagem noturna; a julgar pela freqüência de suas representações, esse último foi uma divindade preeminente e benigna.

Itzamna aparece muitas vezes como monstro bicéfalo, espécie de estranho crocodilo ou lagarto, com uma testa em cada ponta, simbolizando a abóbada celeste.

Ele era também representado sob os traços de um velho de faces encovadas, barbudo, com uma espécie de dente de tubarão, único, apontando de seu maxilar superior. Às vezes, ainda, de sua cabeça singular brotava a goela de um dragão celeste.

Itzamna, como a maioria dos Deuses maias, se "desquadruplicava" em quatro personalidades, uma para cada pólo, com uma cor própria para cada atributo. Na iconografia maia, esses monstros voltam com regularidade constante. Podemos identificá-los com os Chacs, Deuses da Chuva e da vegetação, conhecidos pelo seu nariz em forma de tromba, o olho em tau e os dois caninos pontiagudos. A tromba talvez foi inspirada na do tapir ou do tamanduá, pois não existia elefantes na América daqueles tempos. Quem sabe se esses Chacs não seriam uma manifestação diferente dos Itzamnas, ou ainda uma manifestação regional, localizada no extremo norte do Yucatán, ou ainda uma expressão mais popular dos Itzamnas estimados pela classe culta. Nos códices, nós podemos reconhecê-los pelos traços nitidamente ofídicos, e é verdade que a serpente lhe sé muitas vezes associada, e os vemos fazer chover emborcando e entornando cabaças cheias de água sobre o solo.

Esses "aquários" brandem às vezes machados de pedra que simbolizam o raio e os relâmpagos. Os Chacs são, assim, os Deuses da Chuva, do vento, dos raios, do relâmpago e, por conseguinte, da vegetação, da fertilidade e da agricultura. Esses Chacs, igualmente, se apresentam como a quádrupla manifestação de um Deus, no início único.

Outros Deuses celestes são:

GUCOMATZ: Deus da tempestade que ensinou os homens a produzir o fogo. Era considerado também do Deus do Furacão. É bom lembrar que os maias viveram em um território de passagem de ciclones no período de março a setembro.

HURAKÁN: Outro Deus das Tempestades.

XIB CHAC: Deus da Chuva, um ser benévolo, representado com muitas cores. Os sacerdotes, em suas cerimônias religiosas, eram ajudados por quatro homens anciões, que eram chamados de Chacs, em honra ao nome do Deus.

YUM CHAC: Deus da Chuva.

XAMAN EK: Deus da Estrela Polar, tinha um rosto simiesco e achatado, mosqueado de negro. Ele era o padroeiro protetor dos mercadores que lhe faziam regularmente oferendas e fumigações do copal nos pequenos oratórios semeados em sua intenção à beira das estradas.




CARACTERÍSTICAS


Os maias atuais apesar da mestiçagens, nos permitem esboçar um retrato físico aproximado do Maia da época clássica: apresenta estatura baixa, crânio largo e curto, nunca usa barba ou bigode; as orelhas e o nariz, por vezes são furados para receber jóias; o corpo é moreno acobreado, ou totalmente tatuado; cabelos compridos lisos e negros, às vezes em trança.

Trajando seu "serape" (poncho) e uma tanga mais ou menos longa, sandálias de couro de cervo nos pés, seguras por cordões de fibra de agave, ei-lo diante de sua cabana, pacífico e reservado, generoso e hospitaleiro, sonhador e indolente.





Homem de profunda religiosidade, o Maia sempre foi muito social e prestativo, soube canalizar de forma mais natural seu tempo de folga, para participar da obra coletiva que era a edificação das pirâmides e dos templos. Foi deste modo, que seus instintos foram canalizados para uma energia mais produtiva,pois a luta cotidiana contra o sufocamento vegetal e as grandiosas realizações arquitetônicas ocupavam a totalidade do seu tempo e de suas forças.

No momento da conquista espanhola e no decurso das décadas seguintes, os Maias, como os outros índios do México, foram dizimados de maneira catastrófica por meio de massacres, epidemias e abusos inerentes aos trabalhos forçados. Também, como a maioria dos outros índios, a Civilização Maia atual encontra-se cristianizada, contudo, seu universo religioso conservou numerosas sobrevivências do antigo panteão e dos velhos ritos, pode-se falar mesmo de um verdadeiro sincretismo.




A CIDADE MAIA




Não devemos imaginar a cidade maia, ou índia, à imagem de nossas cidades, mesmo sob sua fisionomia dos tempos medievais. A tessitura da cidade maia, muito diferente, era mais frouxa, menos cerrada. Tudo se aglutinava em torno da praça do mercado e do centro de cerimônias. Em volta, as moradias se esparramavam longe na natureza num meio contínuo de árvores e campos cultivados. Por isso, a passagem do campo para a cidade era apenas perceptível. Por outro lado, como os habitantes tinham à mão seus campos mais os produtos, o papel do mercado ficava sobremodo limitado: não era um mercado de mantimentos tal como seria necessário a uma densa cidade urbanizada. Concluindo, eram cidades construídas no campo.

Só moravam no coração da cidade a classe nobre e o clero, os artistas e artesãos que possuíam seus jardins e hortas. A classe operária não existia, pois era confundida com os camponeses. Esses, efetivamente, asseguravam pelas corvéias a maior parte dos trabalhos de construção e manutenção e se tornavam soldados quando era necessário.

O número de habitantes? É difícil precisar, talvez 50.000 para Uaxactun e Morley e uns 100.000 indivíduos para as cidades mais importantes como: Tikal, Copan, Uxmal, Chichen Itza.



A maioria dessas pessoas só passavam pelas cidades, não residiam lá. Iam até elas com roupas bem coloridas e próprias de cada grupo. Desse modo, era possível identificar o lugar de origem de uma pessoa, que ia assistir às cerimônias, ou visitava o templo para depositar suas oferendas.

Não havia nenhum tumulto, nem cavalos, mulas ou bois. Somente servos silenciosos, quase dobrados sob enormes cargas no dorso, retidas por uma faixa frontal. De tempos em tempos, passava um cacique em sua liteira ou cadeira de carregar. A turba era constituída por homens e mulheres, muitas vezes com uma criança nos quadris. As equipes de camponeses chegavam às vezes em grande número para se porem às ordens dos mestres-de-obra sempre carregados pelo clero de construir ou reformar os templos e pirâmides que eram o orgulho da cidade. Cesto após cesto, pedra após pedra, era preciso tudo trazer ao canteiro da obra sobre as costas e trabalhar o material com um singelo ferramental de pedra.

A cidade maia, tinha ainda, em seu centro, uma esplanada cercada de templos, de salas para os conselhos, de residências para os caciques, tendo, na periferia, a teia de aranha das casas dos artistas e dos noviços.

Sobre um outeiro dominando a cidade, uma construção circular era o antigo tribunal: o conselho de juízes se instalava sobre esteiras, costas contra a parede, em volta de uma espécie de pódium e debatia os assuntos. Diversas vezes, enviados eram mandados a um pequeno templo vizinho para recolher os oráculos em resposta, as decisões sagradas da divindade do local, materializada por um bloco de obsidiana. Se a resposta era desfavorável, o acusado podia ser instantaneamente torturado, ou até mesmo executado sobre o pódium central.

A justiça era uma prerrogativa da classe senhorial; era puramente verbal e, assim, desconhecia o aspecto burocrático, como a constituição de um dossiê, processo, etc. Contratos, acordos, transações, também eles, exclusivamente verbais e, em vista da atual e proverbial honestidade dos Maias, é de se crer que a palavra empenhava mais do que uma assinatura. Ao perjúrio era aplicada a pena de banimento do clã.

Os contraventores se arriscavam a ser afixados à argola de madeira, ou postos na prisão, ou exibidos em público, presos a um poste infamante. Os condenados à morte, esperando a execução, eram encerrados numa jaula de madeira colorida; e os condenados por adultério ou estupro eram crivados de flechas ou empalados, depois de expostos em público, nus, de cabeça raspada e presos a um poste. Um ladrão era reduzido à escravidão até que tivesse pago seu resgate, ou deixava que lhe talhassem a testa e as faces, o que o deixava definitivamente desconsiderado aos olhos de todos. Um assassínio acarretava a execução do seu autor; era amarrado, braços no ar, entre dois postes, e crivado de flechas. Não eram sacrificados nos templos, pois eram julgados indignos e incapazes de satisfazer os deuses. Em compensação, certos condenados militares sentiam essa execução como uma verdadeira honra; com essa morte, eles eram literalmente "satelizados"! ...


This page:





Help/FAQ | Terms | Imprint
Home People Pictures Videos Sites Blogs Chat
Top